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Procon RS divulga última dica para compras na Black Friday

Procon RS disponibiliza última dica / Reprodução

Na última sexta-feira de novembro, dia 24, muitos consumidores devem aproveitar as promoções oferecidas na Black Friday. Pensando nisso, o Procon RS separou algumas dicas para que todos possam aproveitar as melhores ofertas e evitar armadilhas. A partir desta segunda-feira, dia 6, o Órgão divulgará (diariamente) informações para que os consumidores possam fazer valer os seus direitos.

1ª dica – publicada em 6/11

Comece desde já a montar a lista dos produtos que deseja comprar na Black Friday e monitorar os preços destes itens ao longo das semanas. O ideal é guardar recortes dos anúncios ou prints da tela com os valores anunciados. Assim, é possível ter certeza que estará comprando um produto realmente com desconto.

2ª dica – publicada em 7/11

Durante a Black Friday, por conta da alta demanda, os sites oferecem prazos de entrega mais longos do que o normal. Por isso, é preciso ter atenção, especialmente caso deseje comprar presentes para datas específicas como aniversário e Natal, pois o produto pode chegar depois do esperado. Se tiver prazo, não espere para fazer a compra.

3ª dica – publicada em 8/11

Antes de adquirir qualquer produto na Black Friday, é importante fazer um planejamento e listar o que quer comprar, o que realmente necessita e qual o valor máximo que pode ser gasto. Assim, evita-se a compra por impulso. Além disso, é válido incluir nessa relação quais são as dívidas pendentes até o fim do ano, evitando ficar mais endividado. Logo depois da data, chega a hora de pagar o IPTU, o IPVA, a matrícula escolar, o plano de saúde. E dessas contas não dá pra se livrar.

4ª dica – publicada em 9/11

Vá organizando, desde já, a relação de lojas e sites que pretende pesquisar para fazer a sua compra e informe-se sobre a reputação delas na internet, em sites como Reclame Aqui (reclameaqui.com.br) e Procon. Isso aumentará sua segurança.

5ª dica – publicada em 10/11

Com o aproximar da data, provavelmente, você irá receber diversos e-mails com ofertas imperdíveis. Antes de clicar, desconfie. Você pode ser uma vítima de fraude. Golpistas aproveitam do aumento das transações para ludibriar consumidores. Sendo assim, preste muita atenção ao remetente. Os ataques de phishing - crime em que os internautas são convencidos a revelar informações pessoais, como senhas e dados de cartão de crédito -  costumam fraudar o internauta, utilizando e-mails inexistentes e domínios que embora pareçam com o original não têm relação com a empresa da suposta oferta. Além disso, preços muito abaixo da média praticada também são indícios de fraude. Fique atento.

6° dica – publicada em 13/11

Fique atento às formas de pagamento mais seguras. O cartão de crédito é a forma de pagamento on-line mais segura para o cliente: caso não reconheça algum lançamento feito em sua fatura, ele tem o direito de realizar a contestação e solicitar o estorno. Além disso, para que uma loja virtual possa receber pagamentos via cartão, é exigida extensa documentação.

7° dica – publicada em 14/11

Independente do meio escolhido, faça cópias da tela em cada etapa da compra. No computador, é só apertar a tecla Print Screen e colar em outra aplicação, como seu e-mail. Isso será importante para contestar algum valor cobrado indevidamente, ou diferença no produto recebido em relação ao encomendado.

8° dica- publicada em 16/11

Próximo à data da Black Friday, o PROCON RS disponibiliza uma lista de sites não recomendados para a compra – em razão de ter elevado índice de reclamações, ou pelo alto risco de fraudes. A relação pode ser conferida em nosso site. 

9° dica- publicada em 17/11

Boletos bancários podem ser facilmente gerados e direcionados para contas fraudulentas (uma vez que o título é pago, o consumidor não conseguirá reaver aquele dinheiro, a menos que entre em uma briga na Justiça). Ou seja, caso um e-commerce não aceite receber pedidos por cartão de crédito, desconfie. O cuidado deve ser redobrado quando o único meio de pagamento disponível for transferência bancária.

Texto: Carolina Gasparotto.

Com informações Idec e Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

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